Desanimar é momentâneo, talvez o riso espontâneo seja a necessidade de pôr pra fora aquilo que te prende, que te agarra pelas mãos. O que não parece fazer sentido é a clareza da vontade, a carência no olhar, a fragilidade no abraço. A mudança passa um ar de amadurecimento, mas deixa claro que ainda não tem forças, como se fosse uma cortina branca, que mesmo que tente não consegue tapar o sol.
Não há razão pra isso, isso nem sentido tem. Ou talvez tenha, mas não sei explicar. A cada dia muros crescem na minha frente, como se fossem barreiras, eu escapo, fujo, luto pra que não tome outro rumo. Desanimo com certa força de vontade, mas é o normal. Ainda espero por respostas.
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